Uma verdadeira “tempestade” de críticas atingiu a produção do musical Wicked no Rio de Janeiro. No dia em que a capital fluminense foi castigada por ventos fortíssimos de até 100 km/h, o espetáculo não foi remarcado, forçando o público a enfrentar condições climáticas extremas para chegar ao teatro. A decisão gerou indignação generalizada, com muitos espectadores agora exigindo o reembolso dos ingressos.
Enquanto a cidade vivia um cenário de alertas e preocupações com a segurança, com rajadas de vento que derrubavam árvores e causavam transtornos, a produção de Wicked manteve a sessão, colocando em risco a locomoção e a integridade de quem se arriscou a sair de casa. A atitude foi vista como descaso, já que diversas outras atividades e eventos foram cancelados ou adiados na mesma ocasião.
Nas redes sociais, a revolta do público é evidente. Consumidores criticam a falta de sensibilidade e planejamento da equipe, alegando que a segurança e o conforto dos pagantes deveriam ser prioridade. A cobrança por um posicionamento oficial e a devolução do dinheiro dos ingressos é unânime, deixando a produção de Wicked agora no centro de um “vendaval” de questionamentos que vai muito além do palco.