Atenção, farofeiros de plantão! O caso chocante da jovem Maria Eduarda, que morreu após ser arremessada de uma ponte sem estar presa à corda em uma prática de rope jump, ganhou um novo capítulo. Os instrutores responsáveis pela tragédia foram presos, e, pasmem, o advogado deles veio a público dizer que seus clientes “estão em estado de choque” após o ocorrido.
A ironia da situação não passou despercebida. Enquanto Maria Eduarda despencava para a morte em um erro grotesco e fatal – afinal, *ela não estava presa à corda* –, a defesa agora pinta os instrutores como as vítimas de um trauma. A fala do advogado gerou uma onda de revolta e indignação nas redes sociais, com internautas se perguntando quem, de fato, deveria estar em choque neste cenário macabro.
A polícia segue investigando o que, de cara, parece um caso de negligência criminosa gravíssima. Enquanto a justiça tenta entender como um erro tão primário resultou em tamanha tragédia, a pergunta que fica é: o “estado de choque” dos instrutores vai amenizar o fato de uma jovem ter sido arremessada para a morte sem o mínimo de segurança? A Farofa está de olho nesse desenrolar!