Maceió

Descubra quantas horas da sua vida você gasta só para comprar o arroz com feijão em Maceió!

Por

19 de março de 2026 (Atualizado: 19/03) • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/Internet
PUBLICIDADE

A conta chegou e o choro é livre! Levantamento mostra que o trabalhador maceioense precisa suar a camisa por mais de 83 horas só para garantir a cesta básica. Vem ver de onde saiu esse babado!

Se tem uma coisa que está mais difícil de engolir do que fofoca pela metade é o preço da feira! Quem foi ao supermercado ultimamente sabe que a seção de carnes e laticínios virou área VIP, e o carrinho cheio virou lenda urbana. Mas você já parou para pensar quanto da sua vida você deixa no caixa do mercado?

Uma matéria fresquinha publicada hoje pelo portal Cadaminuto jogou a verdade na nossa cara e calculou o tamanho do estrago da cesta básica no bolso (e no relógio) do trabalhador brasileiro. O levantamento cruzou o valor do salário mínimo com o preço da comida e o resultado é de fazer qualquer um pedir arrego.

⏰ O Relógio Não Para em Maceió!

Prepara o coração (e a calculadora): para garantir a cesta básica em Maceió, que está custando em média R$ 611,98, o trabalhador assalariado precisa ralar exatas 83 horas e 4 minutos!

Isso mesmo, meus amores! São quase três semanas inteiras batendo ponto, pegando ônibus lotado e aturando chefe só para garantir o arroz, o feijão, o óleo e a farinha. É o famoso “trabalhar para comer”.

📊 O Ranking da Sofreguidão

O levantamento do Cadaminuto também fez um ranking nacional para mostrar quem está sofrendo mais nessa brincadeira. E, olha, se você acha que tá ruim por aqui, a grama do vizinho tá bem mais seca!

A Medalha de Ouro do Desespero: São Paulo levou o troféu de cesta mais cara do Brasil. Os paulistanos estão pagando absurdos R$ 852,87 pela feira básica, o que custa surreais 115 horas e 45 minutos de trabalho.

O “Menos Pior”: A galera de Aracaju (SE) está respirando um pouquinho melhor. Por lá, a cesta sai por R$ 562,88 e custa pouco mais de 76 horinhas suadas.

Maceió ficou ali no fundão da tabela, empatadinha com o Recife. O que prova que a gente até consegue pagar um pouquinho mais barato que o sudeste, mas a ralação continua pesada! A realidade é que o salário entra no dia 5 e no dia 6 a gente já está fazendo malabarismo para a conta fechar.

Sobre Redação

Jornalista e colaborador do Portal Farofa.

Ver todas as matérias ->
PUBLICIDADE
Comentários