Prepare o coração (e a risada): uma funcionária causou alvoroço na empresa ao exigir licença-maternidade completa para cuidar de seu recém-adotado filhote de cachorro. A moça solicitou nada menos que OITO semanas de afastamento remunerado, tudo isso sob a alegação de que um filhote necessita dos mesmos cuidados e atenção que um bebê humano. O caso, que está viralizando, levantou uma série de questionamentos sobre os limites do amor pet e as políticas de RH.
Como se não bastasse a bizarrice do pedido, a funcionária ainda alegou estar sendo vítima de discriminação. Segundo ela, a recusa em conceder as oito semanas de “maternidade pet” feriria seus direitos e demonstraria um tratamento desigual em relação a quem tem filhos humanos. A história, que se espalhou como farofa na boca, está gerando debates acalorados sobre o que é ou não razoável esperar de um empregador nos dias de hoje.
Afinal, onde termina a licença parental e começa o “amor de mãe” por um pet? Enquanto a empresa tenta lidar com essa situação pra lá de inusitada, a licença-maternidade para filhote de cachorro promete render muitos cliques e discussões acaloradas. E você, o que pensa disso? Daria licença para o seu colega de trabalho cuidar do novo integrante de quatro patas da família?