A CBF tentou, juro que tentou, dar um ar de sofisticação à convocação da Seleção Brasileira para os próximos amistosos. Escolheu o chiquérrimo Museu do Amanhã, mas o que era para ser um toque de glamour virou um show de horrores! O tal “teatrinho” prometido na abertura foi apenas o começo de um evento que testou a paciência de qualquer um, menos dos atletas já acostumados com discursos longos. A boa intenção, infelizmente, se perdeu logo nos primeiros minutos.
O que se viu foi um roteiro arrastado que faria novela mexicana parecer um curta-metragem. Entre uma homenagem e outra – que, ok, são importantes, mas não por TRÊS HORAS seguidas – o público e a imprensa só queriam saber dos nomes. A vibe era de “por favor, chamem logo os jogadores!”. Tudo soou como algo completamente inapropriado para a agilidade que um evento esportivo (e a internet) exigem. Foi constrangedor e arrastado demais para os padrões de hoje.
No fim das contas, a boa intenção da CBF de dar um toque de modernidade à convocação se perdeu em um mar de bocejos e vergonha alheia. O que era para ser um evento memorável, acabou sendo memorável pela chatice e pelo tempo perdido. Fica a dica para a próxima: menos “teatrinho” e mais futebol, por favor! Ninguém tem paciência de Jó para tanta enrolação.