Babado forte no mundo da música! O The New York Times agitou as redes ao divulgar sua lista dos 30 maiores compositores vivos, mas a ausência de um nome de peso causou um verdadeiro frisson: Beyoncé. A rainha do pop ficou de fora do ranking, reacendendo um debate antigo e acalorado sobre a sua real contribuição nas letras e melodias de seus hits.
Segundo críticos do próprio jornal, a questão não é a falta de talento, mas sim a natureza de seu envolvimento. Eles apontam que o trabalho de Beyoncé se encaixaria mais no papel de “curadora e produtora executiva” de suas obras, orquestrando visões e talentos, do que como uma compositora no sentido tradicional. Essa visão, que não é novidade, coloca em xeque a autoria de muitos de seus sucessos, apesar de seu inegável controle criativo sobre cada projeto.
A polêmica, claro, dividiu opiniões entre fãs e especialistas. Se por um lado a ausência na lista gera questionamentos sobre a classificação de seu papel, por outro, ninguém pode negar o gênio criativo e o poder de influência que Beyoncé exerce sobre a cultura pop global. E aí, Beyhive, ela compõe de verdade ou seu brilho está em “curar” e “produzir” obras-primas? O debate está mais vivo do que nunca!