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Zema sugere liberar trabalho infantil e vira o ‘Pai do Ano’ (só que não)

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2 de maio de 2026 • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/Internet
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O pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, jogou uma bomba no cenário político e na nossa timeline ao sugerir a permissão do trabalho infantil no Brasil. Em um arroubo de sinceridade (ou de polêmica gratuita, dependendo do ponto de vista), Zema disparou: “Trabalho desde que aprendi a contar”, defendendo que os pequenos deveriam seguir seu exemplo e ter a chance de colocar a mão na massa desde cedo.

A justificativa veio com um toque de autobiografia: segundo Zema, sua jornada profissional começou antes mesmo de dominar as tabuadas, e ele vê isso com bons olhos para a garotada. Para coroar a ideia, o pré-candidato ainda fez uma “viagem” aos Estados Unidos, onde, segundo ele, a prática seria mais comum, ignorando convenientemente as nuances e a legislação brasileira que protege crianças e adolescentes.

Enquanto a Constituição Federal e uma penca de tratados internacionais gritam “Não!”, a proposta de Zema já está gerando um rebuliço nas redes sociais e nos bastidores políticos. Será que teremos aulas de ‘contabilidade infantil’ ou debates sobre os riscos do trabalho precoce? Uma coisa é certa: a ‘farofa’ da discussão está apenas começando, e Zema conseguiu, mais uma vez, ser o centro das atenções, para o bem ou para o mal.

Sobre Redação

Jornalista e colaborador do Portal Farofa.

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