Quem nunca se pegou pensando na “hora H” mais vezes do que o normal, que atire a primeira pedra! A boa notícia, segundo especialistas, é que pensar muito em sexo é, sim, algo completamente natural e saudável. A frequência com que o assunto povoa a mente varia de pessoa para pessoa e não tem, por si só, um “limite” preocupante. O desejo sexual é parte da experiência humana e, quando vivenciado de forma leve e prazerosa, contribui para o bem-estar e a qualidade de vida.
O sinal vermelho acende quando esse “pensamento quente” começa a causar sofrimento, ansiedade ou a atrapalhar seriamente outras áreas da vida. A chave para diferenciar o desejo saudável do comportamento compulsivo, explicam os especialistas, está no impacto que esses pensamentos e impulsos têm na sua rotina. Se o sexo vira uma fuga constante, se você negligencia trabalho, estudos, relacionamentos ou hobbies para buscar atividades sexuais, ou se sente culpa e vergonha excessivas, é hora de prestar atenção.
Portanto, se o desejo é livre, te faz bem e não te aprisiona, vida que segue e aproveite! Mas se a cabeça está a mil por hora, gerando angústia e prejuízos, não hesite em procurar a ajuda de um profissional de saúde. Descomplicar a relação com a sexualidade é essencial para uma vida mais leve e prazerosa, sem neuras e com muito mais “farofa”!