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Streaming Copia, mas a TV Aberta Já Tem o Mapa da Mina!

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5 de junho de 2026 • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/Internet
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Quem diria, hein? O todo-poderoso streaming, que parecia ser o carrasco da televisão tradicional, agora se pega “inspirando” nas fórmulas da TV aberta. Mas se você acha que isso abala as estruturas dos nossos canais de sempre, é aí que se engana! Longe de ficar para trás, a TV aberta tem se mostrado mais resiliente do que nunca, com seus caminhos não apenas traçados, mas muito bem definidos, provando que o original ainda tem muito a ensinar.

Enquanto plataformas como Netflix e Globoplay experimentam com realities, shows ao vivo e até tentam simular a sensação de “acompanhar algo junto”, a TV aberta já domina essa arte há décadas. O DNA dela é o evento ao vivo – seja no jornalismo que não espera, nos jogos de futebol que param o país, nas novelas que viram assunto nacional ou nos programas de auditório que criam memes instantâneos. É a capacidade de falar com a massa, de ser companhia e de pautar conversas que o streaming, mesmo com todo o orçamento, ainda busca replicar sem o mesmo alcance e naturalidade.

Portanto, enquanto a galera do streaming corre para tentar desvendar os segredos do engajamento em tempo real e da programação que gera burburinho, a TV aberta segue firme, ciente do seu valor e da sua função social. Ela não está morrendo; está se reinventando e consolidando sua posição como um pilar insubstituível na casa do brasileiro, provando que, mesmo com a concorrência e a “cópia”, quem tem a rota original e a conexão verdadeira com o público continua com a audiência e o futuro garantidos.

Sobre Redação

Jornalista e colaborador do Portal Farofa.

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