Sabe aquela história de “rapidinha” para resolver a “vontade” na correria? Então, para muitas mulheres, essa conta simplesmente não fecha. Enquanto a ideia de um “quickie” pode parecer tentadora para alguns, a realidade é que o prazer feminino nessa dinâmica acaba, na maioria das vezes, ficando de escanteio, deixando um gostinho de “quero mais” – mas não do jeito bom.
A explicação é simples e fisiológica: o tempo de excitação feminina costuma ser mais longo. Não é só “chegar e acontecer”. Além disso, o estímulo ideal para o orgasmo delas raramente se resume à penetração, demandando frequentemente atenção direta ao clitóris. Some-se a isso a dinâmica apressada, a ansiedade e a falta de foco no que realmente funciona para o corpo feminino, e temos a receita perfeita para a frustração, onde o tempo curto vira inimigo da satisfação.
Então, antes de propor uma “rapidinha”, vale a pena um papo franco. Entender que o prazer feminino pede tempo, paciência e, acima de tudo, escuta, é o primeiro passo. Ou seja, se a ideia é garantir que todo mundo saia feliz e satisfeito, talvez seja melhor investir na qualidade em vez da velocidade. Afinal, sexo bom é sexo pra tod@s, não é mesmo?