A euforia da Copa do Mundo de 2026 mal vai passar e, ao que tudo indica, a televisão brasileira pode entrar em um período de calmaria – ou, como alguns temem, de marasmo. Fontes do mercado apontam que, depois do megaevento esportivo, a expectativa é de que as emissoras e produtoras pisem no freio, adotando uma postura de cautela extrema em relação a novos investimentos e grandes produções.
O cenário pós-evento global aponta para uma tendência de retração. Com orçamentos mais apertados após os grandes investimentos em transmissões esportivas e um mercado publicitário que tende a respirar, a expectativa é de menos ousadia e mais reprises, formatos de baixo custo ou a aposta em programas que já provaram seu valor. A ordem será economizar e não arriscar, impactando diretamente a qualidade e a originalidade da programação.
Para nós, meros mortais amantes da telinha, isso significa que a criatividade pode ficar um pouco de lado. Novas séries, reality shows grandiosos e produções originais podem se tornar raridade na TV aberta e a cabo. Portanto, se você é daqueles que vive de olho na programação, comece a explorar o catálogo dos streamings ou prepare-se para uma “dieta” mais leve de conteúdo. O jeito é ter paciência – ou um bom plano B de entretenimento!