O mundo da moda está em polvorosa! Aquela estética de magreza extrema, que parecia ter ficado nos anos 90, está batendo à porta novamente, e a galera que entende do assunto já acendeu o sinal vermelho. Profissionais e estilistas de peso estão expressando uma preocupação gigantesca com o ressurgimento da temida “heroin chic” e a onda de celebridades que, supostamente, estão apostando em remédios para emagrecimento rápido.
A apreensão não é para menos. O temor é que essa volta ao passado, impulsionada em parte pelo burburinho em torno de medicações como o Ozempic para ‘derreter’ uns quilinhos, estabeleça padrões de beleza inatingíveis e perigosos. A indústria, que vinha flertando com a inclusão e a diversidade de corpos, agora vê um retrocesso que pode impactar diretamente a saúde mental e física de milhares de fãs e jovens influenciados pelas tendências das redes sociais e passarelas.
Diante desse cenário, a pergunta que fica é: até onde vai a busca pela perfeição estética? Os profissionais pedem cautela e mais responsabilidade por parte das celebridades e marcas, para que não se glamourize uma imagem que pode ser tóxica e perigosa. O bafafá está armado, e o mundo da moda precisa decidir de que lado da passarela vai ficar nessa polêmica.