Em um momento tenso do julgamento pela morte do pequeno Henry Borel, o ex-vereador Jairo Souza, conhecido como Jairinho, admitiu ter cometido repetidas traições ao longo de seus relacionamentos. A confissão veio à tona com a justificativa de ter feito “escolhas insensatas”, buscando humanizar sua imagem perante o tribunal, onde é réu por tortura e homicídio.
Apesar da admissão de infidelidade, Jairinho foi categórico ao negar todas as acusações de agressão física feitas por ex-companheiras. Ele reiterou que, embora tenha falhado em seus relacionamentos pessoais, jamais utilizou de violência contra qualquer uma delas, buscando descredibilizar os relatos que o apontam como agressor.
A revelação sobre a vida amorosa do ex-parlamentar, que se deu em meio a um processo de grande repercussão nacional, adiciona mais uma camada de drama à saga judicial. Enquanto o foco principal do tribunal permanece na elucidação da morte de Henry, detalhes da vida pessoal de Jairinho continuam a vir à tona, revelando um perfil controverso que segue sob o escrutínio público.