O futebol brasileiro parece estar entrando em campo para jogar contra o próprio time. É o que apontam críticas cada vez mais fortes sobre a conduta dos dirigentes, que insistem em uma gestão que beira a autossabotagem. A falta de planejamento e a aparente indiferença com as consequências de suas decisões estão causando um racha profundo no esporte, afetando desde a credibilidade da modalidade até os parceiros que investem pesado.
Essa postura irresponsável não é apenas um problema interno. Ela revela uma alarmante falta de planejamento e um desrespeito generalizado, atingindo o próprio futebol, os torcedores e, de forma contundente, o SBT. A emissora investiu uma verdadeira fortuna nos direitos de transmissão da Sul-Americana e agora vê seu esforço e seu dinheiro colocados em xeque por decisões que carecem de qualquer visão estratégica ou respeito aos compromissos assumidos.
A insistência em um modelo de gestão que ignora o impacto em todos os níveis não só afasta o público e compromete a imagem do esporte, como também sabota parcerias vitais. Fica o questionamento: até quando os próprios líderes do futebol vão insistir em jogar contra o seu maior patrimônio, causando prejuízos imensos para si, para os fãs e, especialmente, para quem acredita e investe no futebol?
