Para a Geração Z, a vida adulta nem sempre é sinônimo de independência total – e, ao que tudo indica, nem de uma vida sexual agitada. Um recente levantamento acende o alerta: morar com a família pode estar sabotando a intimidade dos jovens adultos. A rotina compartilhada, o estresse do dia a dia e a convivência sob o mesmo teto seriam os principais vilões, transformando o quarto em um santuário de sono… e só.
Não é só a falta de privacidade que pega. A constante presença dos pais (ou do tio do pavê, como diria o ditado) cria um ambiente onde o clima romântico e a espontaneidade viram artigo de luxo. Imagine tentar um momento mais quente sabendo que a qualquer hora sua mãe pode bater na porta para perguntar se você vai querer janta. O estresse gerado pela situação e a dificuldade de conciliar a vida pessoal com as expectativas familiares acabam roubando a libido e transformando o sexo em uma tarefa quase impossível.
Mas nem tudo está perdido! Especialistas apontam que a comunicação é a chave, tanto com os parceiros quanto, pasmem, com a própria família. Definir limites claros, buscar horários e espaços mais privativos (seja na casa, seja em outro lugar) e até planejar “escapadas” estratégicas podem reacender a chama. Afinal, a Geração Z merece ter sua independência na cama tanto quanto na vida. Quem sabe um “não perturbe” na porta não ajude, né?