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EITA! Guarda Compartilhada Não É Passaporte Livre para Viagens Internacionais dos Filhos, Entenda com Virginia e Zé Felipe!

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1 de abril de 2026 • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/Internet
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O burburinho em torno da família de Virginia Fonseca e Zé Felipe, mesmo que sem grandes dramas atuais, acende um alerta importante para pais separados: como funciona a autorização para viagens internacionais dos filhos? Muitos acreditam que ter guarda compartilhada dá carta branca para levar os pequenos para fora do país, mas advogados ouvidos pelo portal LeoDias jogam um balde de água fria nessa ideia. A realidade é bem diferente e exige mais burocracia do que parece.

De acordo com os especialistas, a guarda compartilhada, apesar de dar responsabilidades iguais aos pais no dia a dia, não confere autonomia total para decisões tão significativas como uma viagem para fora do Brasil. Para que a criança possa embarcar em aventuras internacionais, é imprescindível a autorização de AMBOS os genitores. Isso significa que, mesmo com a guarda dividida, a assinatura e o consentimento de pai e mãe são mandatórios. Caso um dos pais se recuse, a questão pode parar na justiça, onde um juiz analisará o melhor interesse da criança antes de conceder (ou não) a permissão.

Ou seja, para evitar perrengues e dores de cabeça na hora de planejar aquele intercâmbio ou as férias dos sonhos, a comunicação e o acordo prévio entre os pais são cruciais. A dica dos advogados é sempre buscar o diálogo para resolver essas pendências e garantir que os pequenos possam desfrutar das suas viagens sem entraves legais. No fim das contas, a viagem pode ser internacional, mas a responsabilidade de pais separados continua sendo bem pé no chão!

Sobre Redação

Jornalista e colaborador do Portal Farofa.

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