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Dia do Corno em Pauta: Fetiche Cuckold Ganha Visibilidade e Agita Relações

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25 de abril de 2026 • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/Internet
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Neste “Dia do Corno”, um tema inusitado e, para muitos, chocante, tem dominado as conversas e as redes sociais: o fetiche “cuckold”. Longe de ser uma mera brincadeira, essa prática sexual — baseada na excitação de um parceiro ao ver seu companheiro(a) envolvido(a) com outra pessoa, *sempre com consentimento explícito* — tem ganhado visibilidade crescente, gerando tanto curiosidade quanto um acalorado debate.

A chave para entender o cuckoldry reside no *consentimento explícito* de todos os envolvidos. Distanciando-se de uma traição tradicional, a prática é construída sobre uma fantasia ou experiência compartilhada, onde a “infidelidade” é encenada ou de fato acontece, mas com total acordo. Para seus praticantes, a excitação vem da quebra de tabus, da adrenalina e da redefinição dos limites da intimidade, desafiando noções convencionais de fidelidade e posse dentro de uma relação.

Essa emergência do cuckoldry no cenário público não só evidencia a vasta gama de preferências sexuais, mas também incita uma reflexão profunda sobre a fluidez e os limites dos relacionamentos contemporâneos. Enquanto alguns adeptos veem a prática como uma forma libertadora de aprofundar a conexão e a confiança mútua, outros a consideram uma afronta aos pilares da monogamia e dos valores tradicionais. No Farofa, o debate está lançado: até onde vão os tabus e como o consentimento pode reescrever as regras do prazer a dois?

Sobre Redação

Jornalista e colaborador do Portal Farofa.

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