A tecnologia invadiu as salas de aula, mas o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu pisar no freio para proteger os menores. Se você tem filhos ou sobrinhos matriculados nas escolas, preste atenção nessa novidade: o uso de Inteligência Artificial (IA) sem supervisão acaba de ser proibido para alunos até o 5º ano do ensino fundamental.
Como vai funcionar a nova regra?
O recado é direto: nada de deixar a criançada (até os 10 anos de idade) solta no ChatGPT ou outras ferramentas para resolver a lição de casa. O acesso direto, individual e autônomo foi barrado.
Mas calma, a tecnologia não virou a grande vilã da história. O uso da IA nessa faixa etária continua permitido, porém apenas sob a supervisão rigorosa de professores e dentro de um planejamento pedagógico seguro. A ideia é usar a máquina para somar no aprendizado, mas jamais substituir a mediação e o cuidado humano. A máquina não pode fazer o papel do educador.
O que está proibido de vez?
Além de blindar as crianças mais novas, o documento cria categorias de risco e proíbe absurdos. Está vetado o “risco excessivo”, que inclui o uso da IA para corrigir provas que exigem interpretação subjetiva, aplicar sanções aos alunos ou tomar decisões sobre o futuro escolar deles sem a mão humana. Tudo precisa ter um professor no comando!
A medida agora só depende da homologação do Ministério da Educação. Quando for oficializada, as redes de ensino, sejam escolas públicas ou privadas de Alagoas e de todo o Brasil, terão 12 meses para adequar a casa.
E aí, papais, mamães e professores de plantão? Vocês acham que proibir o acesso livre da criançada à Inteligência Artificial foi a decisão certa ou a tecnologia deveria ser mais presente? Deixa sua opinião nas redes do Farofa!