Uma reviravolta surpreendente agitou o caso Henry Borel nesta semana. Em coletiva de imprensa, Rodrigo Faucz, advogado de defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, afirmou categoricamente que Monique Medeiros, mãe do menino Henry e co-ré no processo, deve ser absolvida. Segundo Faucz, a participação de Monique na morte do garoto foi “nenhuma”, buscando desvincular totalmente a acusada do crime.
A declaração de Faucz surge após o depoimento da própria Monique e contraria a narrativa inicial de que ambos teriam envolvimento direto ou omissivo no crime. O defensor de Jairinho sustentou que, com base nas evidências apresentadas e no testemunho da acusada, não há elementos que comprovem o envolvimento dela no falecimento de Henry, buscando focar a responsabilidade em um único polo.
Essa estratégia da defesa de Jairinho, que busca isentar Monique, adiciona uma nova camada de complexidade ao já intrincado processo. Ao defender a absolvição da co-ré, o advogado levanta questionamentos sobre a linha de investigação e a responsabilidade individual de cada um dos envolvidos, alterando a dinâmica do julgamento que segue em andamento para apurar os fatos e definir os culpados.