O grupo sul-coreano BTS, queridinho do mundo, acaba de agitar a indústria musical ao retirar seu aclamado álbum “Arirang” da consideração para o Grammy Awards. O motivo? Um protesto contundente contra a criação da nova categoria “Best Asian Pop Music Performance”. A decisão é tão bombástica que o The New York Times, em uma análise ousada, não só a classificou como um “confronto direto à segregação”, como também declarou o BTS o maior fenômeno musical desde Michael Jackson!
Para o BTS, a nova categoria não representa reconhecimento, mas sim uma forma de “guetificação” ou segregação, limitando artistas asiáticos a um nicho específico. A postura firme do grupo foi endossada pelo influente jornal americano, que viu no boicote um recado claro e direto aos mecanismos de exclusão da indústria fonográfica. É um desafio de peso vindo de uma das maiores potências musicais da atualidade.
A análise do NY Times, que notoriamente “esqueceu” até mesmo Taylor Swift para fazer tal comparação com o Rei do Pop, reforça a estatura global e o poder de influência do BTS. A atitude do grupo sul-coreano não é apenas um protesto isolado, mas um movimento que pode redefinir como as grandes premiações enxergam e categorizam a música globalmente. O Grammy terá que repensar suas estratégias, pois o recado do BTS – e do The New York Times – é alto e claro: a música não tem fronteiras, e a segregação não será tolerada.